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quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

:: Casa & Mercado ::

:: Casa & Mercado ::: "Dante Della Manna foi o vencedor do II Prêmio Lafarge Gypsum de Arquitetura de Interiores. O projeto do profissional (que possui 35 anos de atuação no mercado) foi eleito o melhor dentre os 20 selecionados que utilizam sistemas drywall; trata-se de uma sala de conferências da empresa Terco Grant Thornton, em São Paulo, onde a simplicidade aliada à limpeza marca a planta em elipse, de paredes inclinadas.

O total do prêmio em valor atinge a cifra de aproximadamente R$ 40.000,00, com um Ford KA 2009 para o 1º colocado; do 2º ao 5º, um iPhone 3G; e do 6º ao 20º, um iPod Nano."

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Drywall | Últimas notícias e releases divulgados ao mercado da construção civil

Drywall Últimas notícias e releases divulgados ao mercado da construção civil: "30/11/2009
O Programa Setorial da Qualidade do Drywall (PSQ-Drywall), subordinado ao Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade no Hábitat (PBQP-H), do Ministério das Cidades, ingressou em uma nova etapa, sob a gestão da empresa Tesis – Tecnologia de Sistemas em Engenharia, que também coordenará a realização dos ensaios de conformidade dos componentes dos sistemas.
Esse programa é liderado pela Associação Drywall e conta com a participação, além das empresas fundadoras da entidade (Knauf, Lafarge Gypsum e Placo), das seguintes empresas:

Acessórios para forro - Ananda; Asfor; Banos & Banos; Cunsant; Knauf; Lafarge Gypsum; Placo
Chapas para Drywall - Knauf; Lafarge Gypsum; Placo
Fitas para juntas - Knauf; Lafarge Gypsum; Placo
Massas para juntas - Dry-nall; Knauf; Lafarge Gypsum; Placo
Parafusos - Knauf; Lafarge Gypsum; Placo
Perfis de aço - Ananda; Jorsil; Knauf; Kofar; Multiperfil; Roll-For"

Fonte: www.drywall.org.br

sábado, 17 de outubro de 2009

CONSUMO APARENTE DEAÇO NO BRASIL DEVE CRESCER 25% EM 2010

Após conversas com a diretoria de siderúrgicas brasileiras, o banco Citi divulgou ontem um relatório informando que as vendas de aço devem ter uma forte recuperação em 2010. Segundo o analista Alexander Hacking, o consumo aparente deve crescer 25% em 2010, passando de 17,7 milhões de toneladas em 2009 para 22,2 milhões de toneladas. "O consumo deve atingir uma alta recorde em 2011", disse. A previsão supera a do Instituto Aço Brasil (IABr), que espera alta de 8,6% no ano que vem, passando de 18,7 milhões de toneladas para 20,3 milhões de toneladas, segundo informações dadas pelo o vice-presidente executivo da entidade, Marco Polo de Mello Lopes, à Agência Estado.

Para os aços planos, o Citi prevê consumo aparente de 12,8 milhões de toneladas em 2010, alta de 25% ante o esperado para 2009 (10,2 milhões de toneladas). As vendas domésticas de aços planos devem crescer 29% no ano que vem, para 11,3 milhões de toneladas. As exportações devem somar 2 milhões de toneladas, totalizando vendas de 13,3 milhões de toneladas de aço no ano, alta de 30%. A taxa de utilização da capacidade produtiva ficará em 78%, segundo o banco.

Em 2009, as vendas domésticas de aços planos cairão 28% para 8,7 milhões de toneladas. As exportações devem somar 1,5 milhão de toneladas, resultando em vendas totais de 10,2 milhões de toneladas, recuo de 26% no ano. O uso da capacidade deve ficar em 60% neste ano.

No setor de aços longos, o consumo aparente crescerá 25% para 9,4 milhões de toneladas no ano que vem. Em 2009, o consumo aparente cairá 22% para 7,5 milhões de toneladas. As vendas domésticas devem crescer 24% em 2010, para 8,7 milhões de toneladas. Somadas às exportações de 2 milhões de toneladas, as vendas somarão um total de 10,7 milhões de toneladas, alta de 33% ante 2008. O uso da capacidade ficará em 79% no ano que vem.
Em 2009, as vendas de aços longos no mercado doméstico cairão 22% para 7 milhões de toneladas. Com as exportações de 1 milhão de toneladas, as vendas totais chegarão a 8 milhões de toneladas, queda de 20

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Governo ameaça reduzir imposto sobre aço importado

ALUÍSIO ALVES E ALBERTO ALERIGI JR. - REUTERS
SÃO PAULO - O governo acenou com a possibilidade de reduzir ou até zerar as alíquotas de importação de aço para conter aumentos do produto no país e a CSN alertou que tal medida poderia ameaçar investimentos no setor. "O objetivo é fomentar a concorrência e impedir que o aço suba", disse nesta segunda-feira a jornalistas o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Perguntado se a alíquota pode chegar a ser zerada, o ministro respondeu afirmativamente. O Brasil voltou a tributar no meio deste ano o aço importado em até 14 por cento, em meio às reivindicações de siderúrgicas nacionais que ganharam força com o agravamento da crise econômica global. O governo havia zerado as alíquotas de importação de uma série de tipos de aço em 2005, em um momento de consumo e preços dos produtos siderúrgicos em alta. Com a desaceleração da economia global no final de 2008, a demanda por aço caiu em todo o mundo. Mas o aquecimento da atividade nos últimos meses tem reaquecido a demanda por produtos siderúrgicos, levantando receio pelas indústrias consumidoras de reajuste de preços. A CSN informou que está promovendo reajuste do aço de 10 por cento para a cadeia distribuidora no país, mas o presidente-executivo da siderúrgica, Benjamin Steinbruch, garantiu manutenção dos preços para os clientes industriais até o final do ano. "Estamos fazendo uma correção na distribuição única e exclusivamente. Os preços de clientes industriais estão fechados até dezembro", disse Steinbruch. "Com relação ao aumento, o que eu tinha falado para o ministro Mantega é para ele ficar tranquilo que não existe possibilidade de reajuste de preço para a indústria até o final do ano", prosseguiu. Procurada, a Gerdau informou, por meio da assessoria de imprensa, que "não houve e não há nenhuma previsão de aumento" de preços em suas linhas de aços longos comuns e aços longos especiais para o mercado interno até o final do ano. A empresa ressaltou, ainda, que "reduziu o preço do vergalhão em mais de 15 por cento neste ano e em mais de 20 por cento no caso de itens como treliças e telas para concreto". Na semana passada, a Gerdau já tinha informado às construtoras não haver previsão de reajuste dos preços em 2009, em carta encaminhada ao Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo (SindusCon-SP). Steinbruch, da CSN, disse também que a eventual mudança da alíquota sobre o aço importado atrapalharia planos de investimento do setor siderúrgico. "Nós pensamos muito a médio e longo prazo, então uma mudança (na tributação do aço importado) seria um complicador." "O governo tem que entender que existe produto boiando em toda parte e precisa tomar cuidado para evitar que ocorram importações que exportem empregos", finalizou o executivo.

sábado, 26 de setembro de 2009

NORMA PARA PARA DRY WALL "NBR15.758"

Agora não tem jeito.... Saiu a Norma Brasileira para "Sistemas Construtivos em chapas de gesso para drywall - Projetos e procedimentos executivos para montagem"

Esperamos agora acabar com os aventureiros. A norma começa a ter validade a partir do dia 04/10/2009 e acredito que só vai trazer melhorias para a cadeia produtiva.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

PREVISÃO DE INVESTIMENTOS COMEÇA A RETORNAR NÍVEIS PRÉ CRISE, DIZ BNDES

Estudo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) mostra que as perspectivas de investimento no país até 2012 estão retomando níveis pré-crise e alguns setores já estão à frente das estimativas de agosto do ano passado. Continua a sinalização de expansão puxada por projetos de energia e infraestrutura. O total de investimentos previstos em agosto de 2008 para o período de 2009 até 2012 era de R$ 781 bilhões, tendo caído para R$ 688 bilhões no auge da crise, considerado pelo estudo em dezembro de 2008. Já em agosto deste ano o patamar voltou a subir e atingiu R$ 731 bilhões. No caso da indústria, as incertezas ainda persistem e a retomada do padrão anterior à turbulência depende da recuperação econômica mundial, tendo em vista a fatia importante da exportação no setor industrial brasileiro. A previsão de investimentos do setor era R$ 239 bilhões ante da crise, tombou para R$ 159 bilhões em dezembro e continua nesse patamar. De acordo com o estudo, a previsão de investimentos em energia elétrica, por exemplo, se sustentou em R$ 119 bilhões tanto em agosto de 2008, como no auge da crise, em dezembro passado. As últimas consultas foram feitas em agosto deste ano e apontaram para o mesmo número. No segmento petróleo e gás a expectativa de investimento se ampliou por conta dos projetos voltados para a exploração do pré-sal. De R$ 270 bilhões previstos em agosto e dezembro do ano passado, a estimativa passou a R$ 287 bilhões agora. No setor de telecomunicações houve retração de R$ 2 bilhões na expectativa, que era de R$ 55 bilhões em ante da crise e passou a ser de R$ 53 bilhões em dezembro, como em agosto deste ano. Já em saneamento, as previsões passaram de R$ 37 bilhões em agosto do ano passado para R$ 40 bilhões em agosto deste ano. A expectativa de aportes em ferrovia saltou de R$ 16 bilhões em dezembro, para R$ 37 bilhões no mês passado. Para portos e rodovias, a alteração de planos de investimento foi residual. No caso dos portos, o total de aportes previstos caiu de R$ 9 bilhões para R$ 8 bilhões entre agosto e dezembro de 2008 e se manteve neste nível em agosto deste ano. Para as rodovias, os investimentos previstos eram de R$ 28 bilhões no mês passado, mesmo volume visto um ano antes. Voltando para a indústria, dos seis setores de peso analisados pelo BNDES, apenas o setor petroquímico ampliou ligeiramente a previsão de investimento, de R$ 32 bilhões em agosto e dezembro do ano passado, para R$ 33 bilhões no mês passado. Para a indústria extrativa mineral o tombo tem sido persistente. Os aportes previstos eram de R$ 72 bilhões em agosto de 2008, encolheram para R$ 52 bilhões em dezembro e caíram para R$ 46 bilhões agora. Em siderurgia a previsão passou de R$ 61 bilhões em agosto do ano passado para R$ 29 bilhões no mês passado, tendo chegado a R$ 25 bilhões em dezembro. Na área de papel e celulose, a expectativa de investimento caiu pela metade entre agosto e dezembro, para R$ 6 bilhões, e segue neste patamar. No setor automotivo a baixa foi relevante também. A estimativa de investimentos da ordem de R$ 35 bilhões em agosto de 2008 diminuiu para R$ 21 bilhões estimado em agosto deste ano. O setor de eletroeletrônicos sentiu menos, com os investimentos projetados tendo caído de R$ 27 bilhões para R$ 24 bilhões em um ano.
Fonte: Valor Online

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

AGORA O AUMENTO É REAL

Como já tínhamos alertado antes, infelizmente o aumento do aço veio. Inicialmente pensávamos que esse aumento poderia ocorrer durante o mês de Setembro, mas para nossa surpresa já vai ocorrer a partir de 01/09/2009 com índice de 10%

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

NOVO SITE DA PLACO

O site da Placo ficou de cara nova. Ficou muito bom o novo layout e com muito mais informações.
Visitem www.placo.com.br

NORMA DE MONTAGEM INAUGURA NOVA ERA PARA O DRYWALL NO BRASIL

17/08/2009
A norma técnica de montagem dos sistemas drywall está pronta. Seu texto, depois de submetido a consulta pública, está em fase de impressão pela ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas e deve estar à disposição do mercado dentro de um mês, aproximadamente. Trata-se de um avanço significativo, segundo a Associação Brasileira dos Fabricantes de Chapas para Drywall, que coordenou o processo de elaboração da norma. Conforme acentua Carlos Roberto de Luca, consultor técnico da entidade, “normas técnicas têm força de lei e, por isso, passamos a contar com o mais importante instrumento de orientação dos construtores para a execução de paredes, forros e revestimentos com essa tecnologia”. E completa: “Desse modo, o uso dos componentes corretos e a obediência aos procedimentos de execução passam a ser obrigatórios, garantindo os níveis de qualidade e desempenho desses sistemas, em benefício principalmente do consumidor final”. (fonte: www.drywall.org.br)

CONSUMO DE SISTEMAS DRYWALL NO BRASIL SUPERA 150 MILHÕES DE M2

14/08/2009
A utilização do drywall na construção civil brasileira a partir de 1995, quando teve início a produção local de chapas de gesso para esse sistema, já totalizou 150 milhões de m2. O consumo anual de chapas já se aproxima dos 30 milhões de m2 e está em expansão: nos dois últimos anos, cresceu 25% ao ano e, neste ano, deve crescer de 5% a 10%, segundo estimativas da Associação Brasileira dos Fabricantes de Chapas para Drywall. O presidente da entidade, Eng. Gunter Leitner, explica que “a menor expansão prevista para este ano deve-se à queda nos investimentos na construção civil, reflexo da crise financeira internacional”. Mas ressalva que “a tecnologia drywall continua ganhando espaço no mercado brasileiro, por contribuir para a modernização de nossa construção, propiciando benefícios em todos os níveis, desde o projeto até o uso final dos ambientes construídos”. (fonte: www.drywall.org.br)

segunda-feira, 24 de agosto de 2009



Gostaria de apresentar mais uma oportunidade de mercado para a Construção Seca (Steel Frame e Dry Wall).


Com o advento da Copa do Mundo em 2014 haverá uma demanda de novos hotéis, pousadas e principalmente a reformulação dos já existentes criando espaços como "Gourmet" e "SPA" e com certeza o Steel Frame é perfeito para essas reformulações.

A possibilidade da execução de uma pousada com extrema rapidez e um ótimo conforto térmo-acústico é um grande diferencial para o Steel Frame.

Visando esse mercado gostaria de lembrar que teremos em breve a Equipotel, principal feira do setor na América Latina, onde haverá 850 m² dedicados ao SPA & WELLNESS com 160 m² de ambientes de SPA, tudo planejado pela "Drika Saad Spa".

Será uma boa oportunidade de conhecer melhor esse mercado. Para maiores informações da feira visitem http://www.equipotel.com.br/

PREÇOS DE AÇO PODERÃO TER ALTA DE ATÉ 10%

Os preços do aço no mercado doméstico podem ser reajustados ainda este ano, a partir de setembro. A informação foi divulgada em relatório do banco Goldman Sachs divulgado ontem. Os analistas Marcelo Aguiar, Eduardo Couto e Pedro Grimaldi, em contato com produtores e distribuidores levantaram que os aumentos podem ficar entre 5% e 10%. Os laminados planos - bobina laminada a quente e a frio e chapas grossas - seriam os primeiros a subir de preço, vindo em seguida chapas galvanizados e folha de flandres.
Os analistas do banco consideram que isso vem muito mais cedo do que esperavam. Eles previam uma alta para os produtos no mercado nacional na faixa de 5% só a partir do segundo trimestre de 2010, conforme suas projeções. A intenção das siderúrgicas pode ser atribuída a rápida recuperação da demanda interna a partir do segundo semestre.
Consultores do setor siderúrgico ouvidos pelo Valor não descartam essa hipótese. Mas, para estas fontes, a maior possibilidade no curto prazo é de uma redução gradual do desconto médio entre 10% e 15% do preço de tabela, que vem sendo dado pelas siderúrgicas para vender seu produto, desde o começo da crise que derrubou os mercados. O desconto é dado caso a caso, setor a setor.
Esta agressividade comercial exacerbada no pior momento da crise tende a arrefecer neste segundo semestre, preveem os consultores. Mas, num segundo momento, que vai depender de vários fatores, entre eles se a retomada é sustentável e onde vai parar o câmbio, as usinas brasileiras podem também testar o mercado, emplacando um reajuste na virada do ano, consideram.
Segundo afirmam, o mercado de aço no momento está "morno". Já esteve congelado e agora está se preparando para esquentar. Os estoques dos distribuidores ainda permanecem em 3,1 meses, acima do nível médio histórico de 2,6 meses, conforme os últimos dados disponíveis. Ou seja, um pouco acima do normal, enquanto a indústria de transformação está num processo de estocagem.
A demanda pelos laminados planos difere produto a produto. O galvanizado é o que está mais aquecido por causa da demanda da indústria automotiva, favorecida com a política anticíclica de isenção fiscal do IPI. A chapa grossa foi a que sofreu mais com a crise, pois é usada na indústria naval e de bens de capital. O setor de máquinas e equipamentos teve queda na produção por causa do engavetamento de investimento.
Os analistas acreditam, porém, que as altas de preço do podem ser respaldadas pelas decisões de compras a serem tomadas ainda este mês pelos diversos setores da indústria. Esse fator, mais a normalização dos estoques em poder dos distribuidores, pode acelerar o ritmo da retomada da demanda interna pelos consumidores nos próximos meses, acompanhada de uma melhora das exportações.
Se o reajuste se concretizar, poderá engordar o caixa das siderúrgicas ainda este ano e muito mais em 2010, conforme projeções revisadas dos analistas. A Usiminas, por exemplo, que tem maior exposição ao mercado doméstico, poderá ter seu caixa operacional ampliado para R$ 2,8 bilhões ante estimativa inicial de R$ 2,4 bilhões. Em 2010, este número saltaria para R$ 7,4 bilhões, ante uma projeção anterior de R$ 6,3 bilhões.
Fonte: (Valor Economico)

sábado, 15 de agosto de 2009

DRYWALL sem segredos



Nota DEZ para a PLACO e para a revista arquitetura & construção da editora Abril.
Ficou muito bom a cartilha que segue como encarte na revista de agosto. São 34 páginas em formato de bolso sobre as facilidades do DRYWALL de uma maneira simples e fácil para o consumidor final e com vários testemunhos.
A cartilha mostra muito bem as vantagens do DRYWALL para criar paredes, forros, nichos e prateleiras. É o DRYWALL mostrando sua capacidade não só para a execução de paredes e forros mas também na decoração em geral.
São campanhas como essa que ajudam não só a divulgar o sistema mas também a orientar o consumidor final na opção pelo mesmo.

É isso... DRYWALL... mais um passo para a frente.

MATÉRIA SOBRE STEEL FRAME NA "ARQUITETURA E URBANISMO"

Mais uma grande divulgação do sistema Steel Frame e desta vez com a chancela da Editora PINI.
A edição de Agosto que está saindo agora traz uma matéria sobre Steel Frame com o título "COMO ESPECIFICAR SEM MEDO DE ERRAR" por Vânia Silva.
A matéria ficou muito boa e traz alguns cases interessantes da Sull Frame, Sequência e Flasan.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

"CURSO DE INTRODUÇÃO À TÉCNICA DE PROJETAR"

Repasso abaixo mais uma iniciativa da Associação DRYWALL


Data:
18 de agosto de 2009 - terça-feira ou 20 de agosto de 2009 - quinta feira

Horário: 14h00 às 19h00

Sede Associação Drywall Rua Julio Diniz, 56 - cj 41- Vila OlímpiaSão Paulo/SP
Inscrições gratuitas Tel. (11) 3842-2433 - com Glenda cursosepalestras@drywall.org.br

Façam seu cadastro no site da associação e recebam sempre boletins informativos


Parabéns para a Associação por mais essa iniciativa

PRIMEIRO PASSO PARA A NORMA DE LIGHT STEEL FRAME


Dia 07/08/2009 foi realizado no IPT a primeira reunião com diversas empresas da cadeia produtiva do sistema entre elas: Brasilit, Casa do Dry wall, Drycon, Eternit, Framecad, Frasan, Isover, LP Brasil, Mikura, Multiperfl, Sequencia, Steel Frame, Wall Tech, Zarzur, CBCA, CTE, IBS e Inplac.

O objetivo do IPT na reunião era de expor aos presentes o Procedimento para Concessão de documento técnico (DATec) no âmbito do SINAT (Sistema Nacional de Avaliações Técnicas de Produtos Inovadores do PBQP´h) para o sistemas construtivos formados por tecnologias em Steel Frame.
A emissão das DATec´s é o primeiro passo para num futuro breve temos também a Norma também publicada.A idéia foi muito bem aceita, pois tais DATec´s vão até facilitar a liberação de financiamento pela Caixa Econômica Federal pois a mesma também participa do SINAT.
Basicamente teremos 4 etapas, a saber:

Etapa 1: Elaboração da Minuta de DIRETRIZ SINAT
Documento de referência para a “família” do produto / sistema inovador, contendo o que avaliar (requisitos de desempenho) e como avaliar (métodos de ensaios) o produto, bem como parâmetros para avaliar a qualidade da execução do produto

Etapa 2: Avaliação técnica do produto / sistema inovador
Análise da documentação técnica, caracterização e avaliação de desempenho do produto

Etapa 3: Auditoria técnica
Avaliação técnica da produção, de execução e/ou de instalação do produto, visando verificar os métodos de controle e conformidade com o produto avaliado na etapa 2

Etapa 4: Elaboração de documento de avaliação técnica DATec e encaminhamento ao SINAT
Emissão de Minuta do DATec, encaminhamento ao SINAT, auditorias técnicas e ensaios de controle periódicos durante a validade do documento

PARABÉNS AO IPT PELO TRABALHO E A TODOS QUE DE ALGUMA MANEIRA ESTARÃO PARTICIPANDO DESSE PROCESSO.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Varejo de material de construção cresceu 4,5% em julho

As vendas no varejo de material de construção cresceram 4,5% no mês de julho, na comparação com o mesmo período de 2008. Os dados são da Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção), entidade que representa as 138 mil lojas do setor existentes no país.Na comparação julho de 2009 sobre junho de 2009 o desempenho foi de 4%. Já no acumulado do ano (janeiro a julho de 2009 sobre o mesmo período do ano passado), o setor cresceu 1,5%. Setor teme aumento de preços de matérias primasA Anamaco participa amanhã, 12 de agosto, da reunião do Grupo de Acompanhamento da Crise, criado pelo Governo Federal no início do ano para verificar os reflexos da crise econômica internacional nos setores da economia brasileira.O encontro acontecerá em Brasília e será presidido pelo Ministro da Fazenda, Guido Mantega. Um dos assuntos que o presidente da Anamaco, Cláudio Elias Conz, tratará na reunião é sobre a apreensão do setor em torno do aumento de preço das matérias-primas no mercado externo, que está trazendo reflexos para o mercado interno. “O PVC (Policloreto de Vinila), por exemplo - principal matéria prima para a fabricação de tubos e perfis na Construção Civil - teve reajustes superiores a 23% em menos de 30 dias no mercado internacional. O mercado interno, por sua vez, iniciou há 60 dias a retomada dos preços, acumulando repasses de 14%, com perspectivas de novos aumentos para os próximos meses”, declara Conz. “Os empresários, por sua vez, estão trabalhando no limite e não vão conseguir segurar o repasse para os consumidores, causando um forte impacto em diversos setores, principalmente no setor da Construção”, completa.Segundo Conz, os dois únicos produtores de PVC no Brasil acompanham a evolução de preços no mercado exterior. “Se a matéria prima sobe na Ásia, inevitavelmente o seu preço vai subir nos Estados Unidos, na Europa e aqui”, declara. “E não é só o PVC que vem tendo aumento, outras matérias primas como alumínio, cobre e zinco também terão reajustes. Isso significa que produtos como metais e canos de PVC devem ter um aumento de 20% até outubro, justamente agora que a redução de IPI começa a ser repassada integralmente para o consumidor”, completa.De acordo com o presidente da Anamaco, com a redução do IPI incidente sobre materiais de construção em abril deste ano, produtos como o cimento, tinta e cerâmica tiveram uma redução média imediata nos preços de 8,5%. “As lojas tiveram que trabalhar com um preço médio, porque os estoques ainda estavam com mercadorias com o IPI antigo e, em contrapartida, o consumidor já estava solicitando o desconto no balcão. Agora, que cerca de 70% dos estoques antigos já giraram, a tendência era a de que os preços destes produtos caíssem ainda mais para o consumidor final, mas com este novo quadro, essa diminuição dos preços não deve acontecer”, finaliza.

Fonte: Imprensa Anamaco

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Olá Bom dia,

É, o sistema de construção seca que também é conhecido como Light Steel Frame (LSF) ganhou um aliado de peso.
A Brasilit iniciou uma campanha de peso na Rede Globo no programa do Luciano Huck no quadro "Lar Doce Lar" e já teve duas inserções. A primeira delas foi sobre a construção seca propriamente dito, ou seja, mostrou a construção de uma edicula com térreo e 1º pavimento num prazo record. A procura após o programa foi muito boa. A 2ª inserção foi de um componente do sistema, a telha Gravicolor. Nós estamos concluindo 3 sobrados de padrão médio alto próximo ao aeroporto de Congonhas e usamos essa telha em uma das casas.

Quem tiver interesse em assistir ao programa, pode fazer direto no site da Rede Globo em:
http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM1078852-7822-LAR+DOCE+LAR+EM+RITMO+DE+OBRAS,00.html

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Esse blogger foi criado para que possamos transmitir e receber experiências na área de construção a seco (Dry Wall e Light Steel Frame LSF).

Deixe seu comentário com suas dúvidas para que possamos falar à respeito.

Empresa
especializada na Construção Seca - Dry Wall e Light Steel Frame (LSF) atuando no mercado há mais de 10 anos nesse setor da construção civil e já há 2 anos também com a distribuição de produtos de construção seca (Dry Wall e Light Steel Frame LSF) com a revenda "CASA DO DRY WALL" na capital de São Paulo e vendendo para todo o Brasil.

Além de construção e distribuição de materiais atuamos também na área de projetos para fundação e estrutura em Light Steel Frame (LSF). Nossa empresa congrega um seleto grupo de profissionais, comprometidos na busca incessante da ótima qualidade, tendo como essência uma constante atualização tecnológica.

Steel Frame - Fast Home by Wall Tech

Esse filme feito pela Masisa (LP) e mostra o Sistema de construção à seco "Light Steel Framing - LSF" - Rapidez, Qualidade e um ótimo conforto Térmico e Acústico na hora de Construir.

Assista e faça seus comentários e tire suas dúvidas.

Fehab - Wall Tech


Esse filme mostra uma casa montada em 2 dias na feira da FEHAB em São Paulo. O sistema utilizado é o Light Steel Frame comercializado pela www.casadodrywall.com.br
As vantagens são muitas e vale a pena conhecer um pouco desse sistema.
Faça seus comentários e tire as suas dúvidas.

DuPond Tyvek Wrap - Produto

Incrível produto, muito usado na Construção Seca "Light Steel Frame - LSF", permitindo que a casa transpire e a umidade externa não entra. Deixa a casa com um ótimo conforto térmico e sem qualquer aspecto de umidade, bolor, etc.
Faça seus comentários e tire as suas dúvidas.

DuPond Tyvek - Teste de impermeabilidade

Esse filme mostra um teste da eficiëncia do protudo Tyvek, onde a umidade de fora não entra no imóvel mas a casa transpira de dentro para fora. Realmente é incrível. Com esse protudo resolve todo e qualquer problema de vazamento em telhado e evita o bolor dentro da casa deixando a mesma transpirar. Produto muito usado no "Light Steel Frame".
Faça seus comentários e tire as suas dúvidas.