Pesquisar este blog

sábado, 17 de outubro de 2009

CONSUMO APARENTE DEAÇO NO BRASIL DEVE CRESCER 25% EM 2010

Após conversas com a diretoria de siderúrgicas brasileiras, o banco Citi divulgou ontem um relatório informando que as vendas de aço devem ter uma forte recuperação em 2010. Segundo o analista Alexander Hacking, o consumo aparente deve crescer 25% em 2010, passando de 17,7 milhões de toneladas em 2009 para 22,2 milhões de toneladas. "O consumo deve atingir uma alta recorde em 2011", disse. A previsão supera a do Instituto Aço Brasil (IABr), que espera alta de 8,6% no ano que vem, passando de 18,7 milhões de toneladas para 20,3 milhões de toneladas, segundo informações dadas pelo o vice-presidente executivo da entidade, Marco Polo de Mello Lopes, à Agência Estado.

Para os aços planos, o Citi prevê consumo aparente de 12,8 milhões de toneladas em 2010, alta de 25% ante o esperado para 2009 (10,2 milhões de toneladas). As vendas domésticas de aços planos devem crescer 29% no ano que vem, para 11,3 milhões de toneladas. As exportações devem somar 2 milhões de toneladas, totalizando vendas de 13,3 milhões de toneladas de aço no ano, alta de 30%. A taxa de utilização da capacidade produtiva ficará em 78%, segundo o banco.

Em 2009, as vendas domésticas de aços planos cairão 28% para 8,7 milhões de toneladas. As exportações devem somar 1,5 milhão de toneladas, resultando em vendas totais de 10,2 milhões de toneladas, recuo de 26% no ano. O uso da capacidade deve ficar em 60% neste ano.

No setor de aços longos, o consumo aparente crescerá 25% para 9,4 milhões de toneladas no ano que vem. Em 2009, o consumo aparente cairá 22% para 7,5 milhões de toneladas. As vendas domésticas devem crescer 24% em 2010, para 8,7 milhões de toneladas. Somadas às exportações de 2 milhões de toneladas, as vendas somarão um total de 10,7 milhões de toneladas, alta de 33% ante 2008. O uso da capacidade ficará em 79% no ano que vem.
Em 2009, as vendas de aços longos no mercado doméstico cairão 22% para 7 milhões de toneladas. Com as exportações de 1 milhão de toneladas, as vendas totais chegarão a 8 milhões de toneladas, queda de 20